segunda-feira, 27 de novembro de 2017

                             AIDS
AIDS é o estágio mais avançado da doença causada pelo vírus HIV, que acomete o sistema imunológico. AIDS é a sigla em inglês para Síndrome da Imunodeficiência Adquirida (Acquired Immunodeficiency Syndrome​).
A AIDS é o conjunto de sintomas e infecções resultantes do dano do sistema imunológico ocasionado pelo vírus da imunodeficiência humana (HIV), cujo principal alvo são os linfócitos T-CD4, fundamentais para para coordenar as defesas do organismo.
Quando o número destes linfócitos diminui, ocorre um colapso no sistema imune, que abre caminho para doenças oportunistas e tumores que podem provocar a morte do indivíduo.

HIV

O HIV (vírus da imunodeficiência humana) pertence ao grupo dos retrovírus e sua principal característica é ter a sua informação genética na forma de RNA e uma membrana lipídica circundando a cápside.
Possui também uma enzima denominada transcriptase reversa, cuja finalidade é transformar o código genético de RNA para DNA, facilitando assim a sua integração dentro do material genético da célula hospedeira. Uma vez inserido, o vírus condiciona essa célula a produzir mais células RNA.

Fisiopatologia da AIDS

Como todos os vírus, o HIV precisa infectar uma célula para sobreviver e se reproduzir. No ser humano, o HIV infecta as células que apresentam em sua membrana uma molécula denominada CD4, que é um receptor reconhecido pela glicoproteína 120 viral (GP120)

Ciclo de Vida do HIV

  1. A GP120 e a GP41 do HIV prendem-se à superfície da célula CD4 não infectada, fundindo-se com a membrana celular;
  2. O conteúdo do núcleo do vírus se esvazia na célula hospedeira;
  3. A enzima transcriptase reversa do HIV copia o material genético viral a partir do RNA em de um DNA de filamento duplo;
  4. O DNA de filamento duplo é unido ao DNA celular pela ação da enzima integrase do HIV;
  5. Utilizando o DNA integrado ou provírus como uma cópia, a célula produz novas proteínas virais e RNA viral;
  6. Juntam-se ao RNA viral e formam novas partículas virais;
  7. A novas partículas virais brotam da célula e iniciam o processo em outras células.

Classificação da Infecção pelo HIV

  • Grupo I: Infecção aguda. Caracteriza-se por sinais e sintomas transitórios (síndrome mononucleose-símile, rash cutâneo, linfadenopatia, mialgia, alteração neurológica tipo meningismo, febre e mal-estar);
  • Grupo II: Infecção assintomática. Caracteriza-se pela ausência de sinais e sintomas específicos da infecção pelo HIV em indivíduos soropositivos;
  • Grupo III: Linfadenopatia persistente generalizada. Em indivíduos soropositivos para HIV, apresenta linfadenopatia envolvendo duas ou mais regiões extra-inguinais, com duração de pelo menos 3 meses, desde que sejam excluídas outras causas de aumento dos gânglios linfáticos. O estado geral do paciente geralmente é bom, raramente se observando hepatoesplenomegalia;
  • Grupo IV: Engloba outras doenças como doença constitucional (linfadenopatia generalizada, astenia, diarreia, febre, sudorese noturna e emagrecimento superior a 10% do peso corporal anterior), doença neurológica, doenças infecciosas secundárias, neoplasias secundárias.

Modo de Transmissão do HIV

  • Transmissão sexual;
  • Transmissão sanguínea;
  • Uso de drogas injetáveis;
  • Transmissão vertical (da mãe para o filho durante a gravidez);
  • Transplantes de órgão;
  • Inseminação artificial.
Relações sexuais sem proteção e o compartilhamento de material para o uso de drogas injetáveis são os principais meios de contaminação pelo vírus HIV.

Sintomas da AIDS

Sintomas iniciais:
  • Febre persistente;
  • Calafrios;
  • Cefaleia;
  • Dor de garganta;
  • Dores musculares;
  • Manchas na pele;
  • Gânglios ou ínguas embaixo do braço, no pescoço ou na virilha e que podem levar muito tempo para desaparecer.
À medida que a doença vai progredindo e o sistema imunológico vai sendo comprometido, começam a surgir doenças oportunistas como tuberculosepneumonia, alguns tipos de câncer, candidíase e infecções do sistema nervoso como toxoplasmose e meningites.

Tratamento da AIDS

Ainda não existe cura para a AIDS, uma vez que não há um tratamento especifico capaz de erradicar o vírus do corpo humano. No entanto, já existem várias drogas capazes de retardar a manifestação da doença.

Inibidores da Transcriptase Reversa Nucleosídeos

  • Primeiros agentes antirretrovirais usados para o tratamento da infecção pelo HIV;
  • Atuam incorporando-se ao DNA do vírus e interrompendo assim o processo de elaboração;
  • O DNA resultante fica incompleto e não consegue formar vírus novos.

Inibidores da Transcriptase Reversa Não Nucleosídeos

  • Potente classe de substâncias altamente eficazes no bloqueio da replicação do vírus HIV em cepas sensíveis ou resistentes aos inibidores da transcriptase reversa ​necleosídeos;
  • Uma das vantagens dessas substâncias é os efeitos colaterais não se sobrepõem aos dos nucleosídeos e inibidores de protease;
  • Atuam interrompendo a produção de HIV, ligando-se diretamente à transcriptase reversa, impedindo a conversão do RNA em DNA;

Inibidores da Protease

  • A protease do HIV é uma aspartilprotease que conduz o processamento de poliproteína gag-pol;
  • Atuam no último estágio do ciclo de reprodução viral, impedindo o HIV de ser
    adequadamente elaborado e liberado da célula CD4+ infectada, bloqueando a ação da enzima protease;
  • As partículas virais produzidas são estruturalmente distorcidas e não infectantes.

Inibidores da Integrase

  • Nova linha de antirretrovirais, capaz de evitar que o vírus se integre ao DNA do linfócito CD4;
  • O tratamento é eficaz quando combinado com várias drogas agindo ao mesmo tempo em diferentes etapas da replicação vital, como transcriptase mais protease mais integrase, por exemplo.
                                   SHERLOCK
                                          
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Sherlock é uma série de televisão de drama policial baseada nas histórias do detetive Sherlock Holmes escritas por Sir Arthur Conan Doyle.

                      Tipos de Rochas
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Os três tipos de rocha existentes são as: rochas magmáticas, rochas sedimentares e rochas metamórficas.
Lembre-se que rocha é um agregado natural formado por um ou mais minerais. Seu processo de formação é contínuo e as primeiras rochas surgiram após a formação e resfriamento da Terra.
Ao longo da história geológica da Terra, as rochas se formam e se modificam constantemente. Rochas antigas são transformadas em rochas novas. É o chamado "ciclo das rochas".
Saiba mais sobre o Ciclo das Rochas.

Origem e Classificação das Rochas

Na Era Primitiva ou Pré-Cambriana a Terra devia ser uma só massa incandescente, com temperaturas elevadíssimas, sem existência de matéria sólida.
Os minerais eram uma massa pastosa, semelhante ao magma. Quando a Terra começou o processo de esfriamento, muitos minerais se solidificaram e formaram as primeiras rochas do planeta - as rochas magmáticas.
Os gases e vapores que escaparam do resfriamento dos minerais deram origem à camada de ar que envolve a Terra: a atmosfera.
Com a formação das chuvas, dos rios e oceanos, agindo como agentes de erosão, foram se formando novas formas de relevo.
Os detritos resultado das erosões das rochas primitivas foram sendo depositados, camadas por camadas, nas depressões, dando origem às rochas sedimentares.
Submetidas às condições de temperatura e pressão, as rochas magmáticas e sedimentares deram origem às rochas metamórficas.

Rochas Magmáticas

Tipos de Rochas
rochas magmáticas, também chamadas de ígneas, são formadas pelo resfriamento e solidificação do magma pastoso. O magma que existe no interior da terra é expelido pelas erupções vulcânicas.
A solidificação do magma ocorre de duas maneiras: na superfície e no interior da Terra.
O magma que chega à superfície e sofre rápido resfriamento permite que se formem pequenos cristais na sua composição, não visíveis a olho nu. Recebem o nome de rochasmagmáticas vulcânicas ou extrusivas.
O resfriamento no interior da terra forma as rochas magmáticas plutônicas ou intrusivas. Nesse caso o resfriamento do magma é lento, permitindo a formação de grandes cristais, visíveis a olho nu. São também chamadas de rochas cristalinas.
São exemplos de rochas magmáticas:
  • basalto, que é o tipo de rocha magmática mais comum. É utilizado como paralelepípedo para o calçamento de ruas;
  • granito, que polido é usado no revestimento de pisos, paredes e tampo de pia de cozinhas e de banheiros. Sem o polimento é usado como calçamento de ruas;
  • diorito, cuja finalidade é especialmente fazer pedra britada para construção de estradas.

Rochas Sedimentares

Tipos de Rochas
As rochas sedimentares resultam da deposição de detritos de outras rochas ou de matérias orgânicas em depressões do relevo terrestre.A ação das chuvas, dos ventos, dos rios, mares e geleiras sobre o relevo, desgasta as rochas da superfície terrestre.
Esses processos vão formando detritos que são transportados para as partes mais baixas do relevo, dos mares, lagos e rios.
No processo de formação das rochas sedimentares, os detritos se acumulam e se consolidam em camadas de estratos.
As rochas sedimentares são também chamadas de rochas estratificadas, pois se apresentam em camadas de sedimentos.
A formação de petróleo originou-se da deposição de micro-organismos em bacias sedimentares. Estas podem existir tanto nos continentes quanto nos oceanos.
A deposição dos sedimentos ocorre também por meio de processos químicos, como as estalactites e estalagmites das grutas calcárias.
As estalactites são formas que pendem do teto e as estalagmites são provenientes de pingos d'água que se acumulam no chão. Ambas são formadas por bicarbonato de sódio dissolvido em água.
São exemplos de rochas sedimentares:
  • arenito, que é empregado na fabricação de vidros;
  • argila, que é empregada na fabricação de tijolos e telhas;
  • carvão mineral, que é utilizado como combustível.

Rochas Metamórficas

Tipos de Rochas
As rochas metamórficas têm sua origem na transformação de outras rochas (magmáticas e sedimentares), quando submetidas a certas condições de umidade, calor e pressão no interior da Terra.
A rocha transformada adquire novas características e tem sua composição alterada.
São exemplos de rochas metamórficas:
  • mármore, que é bastante utilizado na construção e na criação de monumentos;
  • quartzito, utilizado para fins ornamentais, é uma rocha parecida com o mármore, porém, mais resistente.
  • gnaisse, além de ser utilizada na ornamentação, é utilizada também na construção civil.
                 Estrutura Atômica
A estrutura atômica é composta por três partículas fundamentais: prótons (com carga positiva), nêutrons (partículas neutras) e elétrons (com carga negativa).
Toda matéria é formada de átomo sendo que cada elemento químico possui átomos diferentes.
A eletricidade chega às nossas casas através de fios e da movimentação de partículas negativas que fazem parte dos elétrons, que circulam pelos fios.
Estrutura Atômica
No núcleo de um átomo estão os prótons e os nêutrons e, girando em torno desse núcleo, estão os elétrons.
Cada núcleo de um determinado elemento químico tem o mesmo número de prótons.
Esse número define o número atômico de um elemento e determina sua posição na tabela periódica.
Em alguns casos acontece de um mesmo elemento ter átomos com números diferentes. Esses são chamados de isótopos.
Encontra-se esse assunto em: https: //www.todamateria.com.br/estrutura-atomica/

segunda-feira, 16 de outubro de 2017

Ser criativo faz parte da natureza humana - e os desenhos nas cavernas são a prova disso. Mesmo quando a vida era muito mais bruta, ainda havia espaço para a criação. Mas, só porque todo mundo possui criatividade em si não quer dizer que exista uma única forma de expressá-la. Ela se manifesta de formas diferentes e, por isso, pode ser estimulada de variados modos. Desse modo indico 3 passos para ser criativo.
1 - Valorize suas ideias e pare de se importar com a opinião dos outros
Pablo Picasso já dizia que todas as crianças nascem artistas. “O problema é manter -se artista depois de crescido”, afirmava o pintor. Por quê? “Às vezes as expectativas dos outros minam a nossa criatividade, mas muitas vezes nós fazemos isso com nós mesmos”, afirma Randall. Aquela gozação do coleguinha sobre sua letra ou a professora que lhe disse que desenho não era com você podem ter causado um efeito maior do que você imagina. Por sorte, ninguém pode acabar com sua criatividade sem seu consentimento. A maioria dos grandes artistas não davam a mínima para a opinião dos outros. Valorize seus rabiscos, mesmo que ninguém mais os valorize.
2 - Faça perguntas, muitas perguntas
Certa vez, perguntaram a Albert Einstein como ele resolvia problemas, e ele respondeu que, se tivesse uma hora para resolver um problema e sua vida dependesse disso, ele passaria 55 minutos definindo a pergunta certa a fazer. “Quando eu soubesse a pergunta correta, poderia resolver o problema em menos de cinco minutos”, disse o gênio.
3 - Combine ideias antigas
Segundo Keith Sawyer, os melhores insights vêm da combinação de ideias completamente sem relação. “Desenhe um móvel que lembra uma fruta ou um abajur que também é um livro ou apenas escolha duas palavras aleatoriamente fechando seus olhos e apontando para páginas de um livro e invente uma combinação”, diz ele no seu último livro.
Você também pode gerar novas ideias fazendo uma lista sobre como o mundo poderia ser diferente, por exemplo, se existissem cinco sexos ou se a gravidade cessasse um segundo por dia. Depois, é só cruzar as respostas e tentar extrair algo genuíno.